sexta-feira, 18 de novembro de 2011

MATERIAL E DICAS DE VITRINE MARKETING PROPAGANDA

Dicas – Vitrinismo
1- A vitrine é o cartão de visitas da loja. Se não encantar o consumidor, ele provavelmente não entrará e o comerciante perderá a oportunidade de venda, sobretudo na chamada compra por impulso. Invista no visual para atrair os impulsivos.
2- A vitrine deve fazer menção a Páscoa, deve difundir o clima de amor e carinho. Os enfeites mexem com o estado de espírito das pessoas e, nessa época, é a emoção que faz a compra.
3- Aposte nas vitrines e na comunicação visual para ganhar clientes e maior competitividade, mas lembre-se: o cenário precisa ser adaptado ao produto e ao espaço da vitrine, nunca deve ser o elemento principal.
4- A vitrine é a vedete da decoração, evite repetir anos a fio o mesmo tema e elementos desbotados. O que é novo desperta a atenção e a curiosidade.
5- Dicas básicas para uma boa vitrine: a área central é seu ponto mais nobre e deve ser reservada para a mercadoria que você vende mais. Os produtos principais devem estar expostos a uma altura ideal de 1,60m do chão e devem estar em primeiro plano. Coordene para que as cores fiquem harmônicas, obedecendo o espaço entre uma mercadoria e outra de no mínimo 10 cm.
6- Não descuide da iluminação. Distribua bem os focos de luz, mantendo os mais fortes nas mercadorias que devem ter maior atenção do consumidor. Verifique sempre os spots.
7- Organize todos os preços, mantendo-os do mesmo lado em todas as mercadorias para neutralizar a sua interferência.
8- Produtos em alturas diferenciadas dão sempre uma sensação de ritmo e movimento.
Fonte: SEBRAE

DICAS DE VITRINISMO
O que funciona em uma loja, não funciona em outra. Cada marca deve buscar uma identidade
 própria
- Criatividade é fundamental. Mesmo com informações batidas de vitrine, é possível surpreender
- Disposição das peças deve sempre seguir certa coordenação de tons, para ficar harmônico
- Luz é super importante. Lâmpadas fluorescentes, por exemplo, deixam o cliente mais velho e
 acentuam imperfeições como pés de galinha. Já a luz quente (lâmpadas incandescentes)
favorecem quem compra, deixando a mulher até mais bronzeada em frente ao espelho
- Dicas práticas como flores no balcão fazem toda diferença. A organização do caixa também
ganha pontos
- “Faça sua loja diferente da do vizinho. Tenha um diferencial”
- Homem gosta de terno impecável. Por isso, a disposição deve ser alinhada e objetiva




DICAS DE VITRINISMO
1- A vitrine é o cartão de visitas da loja. Se não encantar o consumidor, ele provavelmente não entrará e o comerciante perderá a oportunidade de venda, sobretudo na chamada compra por impulso. Invista no visual para atrair os impulsivos.

2- A vitrine deve fazer menção a Páscoa, deve difundir o clima de amor e carinho. Os enfeites mexem com o estado de espírito das pessoas e, nessa época, é a emoção que faz a compra.

3- Aposte nas vitrines e na comunicação visual para ganhar clientes e maior competitividade, mas lembre-se: o cenário precisa ser adaptado ao produto e ao espaço da vitrine, nunca deve ser o elemento principal.

4- A vitrine é a vedete da decoração, evite repetir anos a fio o mesmo tema e elementos desbotados. O que é novo desperta a atenção e a curiosidade.
5- Dicas básicas para uma boa vitrine: a área central é seu ponto mais nobre e deve ser reservada para a mercadoria que você vende mais. Os produtos principais devem estar expostos a uma altura ideal de 1,60m do chão e devem estar em primeiro plano. Coordene para que as cores fiquem harmônicas, obedecendo o espaço entre uma mercadoria e outra de no mínimo 10 cm.
6- Não descuide da iluminação. Distribua bem os focos de luz, mantendo os mais fortes nas mercadorias que devem ter maior atenção do
consumidor. Verifique sempre os spots.
7- Organize todos os preços, mantendo-os do mesmo lado em todas as mercadorias para neutralizar a sua interferência.
8- Produtos em alturas diferenciadas dão sempre uma sensação de ritmo e movimento.

Dicas - Propaganda e Marketing

1- A propaganda continua sendo a "alma do negócio" no varejo. Portanto, convém separar uma verba para essa finalidade, principalmente para divulgar as ofertas.

2- No dia-a-dia, os vendedores ouvem sugestões, comentários e reclamações que se perdem. Acompanhe de perto as reclamações e estimule seus vendedores a prestar mais atenção em tudo o que os clientes falam e crie um processo de registro (pode ser um caderno embaixo do balcão). O importante é que não haja desculpas, do tipo "não deu tempo de anotar". Repasse todas as informações colhidas em reuniões periódicas com a equipe.

3- Analise os desejos de consumo de sua clientela através de pesquisas de mercado junto ao seu público-alvo. Crie condições seguras e favoráveis para que os clientes possam adquirir o que desejam, mesmo não tendo todo o dinheiro naquele momento.

4- Aproveite a Páscoa para vender mais e ainda usar a proximidade com o público para cativar a clientela e torná-la fiel o ano todo, recomendando a loja aos amigos.

5- As pessoas não compram só por necessidade, a compra é emoção. Uma vitrine alegre e bonita é o ponto-chave para chamar a atenção da clientela. O apelo infantil, com bichinhos em movimento, luzes e cores em profusão, só ajuda.

6- Atualmente há uma maior preocupação com a beleza das embalagens. Com a crise no país, os presentes ficaram mais simples e essa é uma forma encontrada pelos consumidores para valorizar as lembranças.

7- A quantidade de coisas que as pessoas adquirem está relacionada ao prazer que sentem no ato da compra. Conforto e bom atendimento são decisivos nessa hora.

8- Tenha artigos compatíveis com sua clientela. Atenção à qualidade exigida pelos clientes e ao preço praticado pela concorrência.

9- Convide seu cliente, use mala direta por correio ou peça aos seus vendedores para telefonar, a visitar a loja em um dia ou horário especial para fazer suas compras sem tumulto. Sirva café e água, biscoitos, refrigerante, o que for. O objetivo é fazer o cliente se sentir valorizado pelo fato de já ser cliente.

10- Quer compre ou não, o cliente que entra na loja deve ser tratado como uma visita importante que chega à sua casa!
11- O plano de comunicação dependerá dos recursos disponíveis de sua empresa. Uma pequena papelaria terá bons resultados se trabalhar bem a vitrine.
12- É preciso ser criativo na escolha de produtos. Não adianta oferecer produtos baratos mas de baixa qualidade, o consumidor está cada vez mais exigente quanto ao preço e à qualidade do que compra.
13- Estes são alguns itens odiados pelo público: música alta, balcão bagunçado, propaganda enganosa. Esses são obstáculos que podem ser superados com planejamento e organização.
14- Aproveite o período das festas para cadastrar novos clientes, pratique um pós-venda eficiente e use o cadastro para futuras malas-direta.
15- Procure conhecer o perfil de seu consumidor, para depois planejar urna campanha que ofereça respostas às suas necessidades e expectativas.
16- Nunca descuide do atendimento e para ter certeza de que as coisas estão funcionando bem quando você não está na loja, deixe claro o que não deve acontecer em sua loja: vendedores mascando chiclete, pedindo coisas uns aos outros gritando, conversando assuntos pessoais, cantando a música que tocava na loja, usando óculos escuros.
17- Para saber como é o atendimento: crie um "dublê de cliente" (ou cliente misterioso, comprador secreto, como quiser), alguém de sua confiança que vai comprar na loja e depois relata exatamente tudo o que aconteceu. É uma ferramenta de controle eficaz e barata. Com ela, você verifica, por exemplo, como estão o conhecimento de produtos, a agilidade, a simpatia e o atendimento. Esse comprador misterioso precisa repetir a dose por telefone (para medir o tempo de espera na linha) ou por e-mail (tempo de resposta, tom da mensagem).
18- O consumidor valoriza tudo o que facilita o momento de compras (ar-condicionado, estacionamento a preço justo, entrega em domicílio). Entretanto ele valoriza, em primeiro lugar, a qualidade do atendimento. Só depois é que vêm produto e preço.
19- Os concorrentes, infelizmente, estão de olho no mesmo cliente que você, É preciso, portanto, chamar mais atenção, atrair mais, colocar chamarizes. Iniciativas que podem ser resumidas na expressão "criar um diferencial", aquilo que só você tem e mais ninguém, ou poucos. Para fazer isso, você precisa conhecer muito bem o perfil do seu público, sob risco de o tiro sair pela culatra .
20- Clientes conquistados vão comprar mais, comprar sempre e recomendar sua loja. Para aqueles que estão entrando na loja pela primeira vez, peça, com o máximo de gentileza, para preencher um cadastro (se não tiver isso, não poderá, por exemplo, telefonar para convidá-los a visitar a loja sem tumulto). Normalmente, clientes não gostam de cadastro. Para retribuir o esforço, aqui entram brindes, refrigerante e biscoito. As fichas devem ser o mais simples possível: nome, telefone de contato, e-mail, data (dia e mês) de nascimento. Em cada ficha, o vendedor deve anotar que produto foi comprado, o valor e a forma de pagamento.


QUAL A DIFERENÇA ENTRE MARKETING E PROPAGANDA?

Qual a diferença entre marketing e propaganda?
O marketing é uma parte da estratégia
A análise de marketing começa muito antes de pensarmos em como fazer uma propaganda persuasiva. O marketing define quem é a empresa, quem é seu cliente, quais os diferenciais dos produtos/serviços, etc.
Como parte de qualquer boa estratégia, o marketing exige a definição de objetivos, priorização de ações e definição de indicadores de sucesso.
Para se aprofundar no tema, recomendo: As características de um bom plano de marketing.
A propaganda é uma parte do marketing
Depois que você entendeu profundamente quais são as demandas do seu cliente e como você irá satisfazê-las, existe uma questão um pouco complicada: seu cliente ainda não sabe que você existe.
Para fazer boas vendas, a percepção da sua empresa na cabeça do cliente precisa passar de “Quem é você?” pra “Gostei muito da compra que fiz e estou te recomendando para meus amigos!”. É aí que entra a propaganda.
Experimente até achar os melhores canais de divulgação
Existem 2 coisas sensacionais sobre a propaganda:
1.    Você nunca terá certeza absoluta se ela irá alcançar os objetivos do plano de marketing
2.    O que funciona para uma empresa não necessariamente funcionará para outras
Com essas 2 premissas em mente, você precisa ter consciência de que para ser líder do seu mercado é preciso interagir o máximo possível com as pessoas (clientes, fornecedores, parceiros, formadores de opinião do setor, etc.) e testar diferentes formas de propaganda.
Conforme você ganha experiência sobre o que funciona e o que não funciona, a probabilidade de acertos aumenta muito. Seja um verdadeiro cientista: elabore hipóteses (plano de marketing), faça testes dos diferentes meios de se comunicar com o cliente (propaganda) e revise sua estratégia a partir dos resultados obtidos.
E a publicidade?
Algumas pessoas defendem que a propaganda se refere a propagação de ideias, enquanto a publicidade tem um cunho estritamente comercial.
No Brasil, o CENP (Conselho Executivo de Normas Padrão) considera publicidade e propaganda como sinônimos. Eu também.
Conclusão
Na prática, não importa muito o nome que você usa e sim se você tem uma boa estratégia e sabe quais os melhores meios para chegar até o seu cliente.
Pra aprofundar seus conhecimentos na parte de marketing e propaganda, vale a pena conferir a Graduação Executiva de Gestão em Marketing da Anhembi Morumbi, que conta com professores experientes e inseridos no mercado.
O mais legal desse curso, além da flexibilidade na escolha das matérias, é o fato de ser focado em pessoas já com certa experiência no mercado (turmas exclusivas para pessoas acima de 24 anos), o que permite um grande networking e o surgimento de oportunidades.
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Diferenciando e valorizando o produto

Os mercados estão com as fronteiras abertas e a oferta de produtos tem sido bastante
significativa.

Não concorremos apenas com o vizinho de cerca e algumas organizações de outros estados.

 Nossos concorrentes vem dos quatros do mundo.

A intenção de quem cria e fabrica um produto é colocá-lo no mercado pelo maior preço possível, maximizando o retorno aos seus esforços e disposição de correr risco. Contudo, quando

este é igual a todos os ofertados, tenderá a ser adquirido pelo menor preço.

Para valer mais, é preciso que lhes seja incorporado um diferencial de serviços reconhecido

 pelo cliente.

A primeira questão a ser formulada é o que você, como gestor, sabe dos serviços que seus

 clientes reconhecem nos seus produtos?

Caso dissertasse sobre isso e fizesse uma pesquisa, comparando-as, as informações seriam

 iguais?

Fazendo o mesmo para os produtos de seus concorrentes, sua percepção seria confirmada?

Havendo diferenças irrelevantes nas respostas fornecidas pelos seus clientes a respeito dos

 produtos suas chances de conseguir preços maiores são remotas.

O produto vale a percepção do serviço que presta; na compra de iguais busca-se o menor preço. Para uma vasta oferta, onde o referencial é o preço, o mercado tomou emprestado o termo

commodity.

Commodity é um termo de língua inglesa que significa mercadoria. É utilizado nas transações comerciais de produtos de origem primária nas bolsas de mercadorias.
Usado portato, como referência aos produtos em estado bruto ou com pequeno grau de

 industrialização, de qualidade quase uniforme, produzidos em grandes quantidades e por
diferentes produtores.

Gosto de pensar que diferenciação é o resultado da capacidade de questionar o senso comum.

 Imagine que um produto seja ofertado em garrafas escuras, simplesmente porque alguém, em determinado momento, teve esse idéia. Foi bem sucedido e o mercado o acompanhou, mas
 você, após alguns estudos, resolveu envasá-lo em garrafas transparentes, destacando no
rótulo o serviço adicional que seu produto prestará a quem adquiri-lo.

Esta mudança no produto deve ser resultado de sua experiência com marketing, e capacidade perceptiva para entender a leitura que o público fará das mensagens que está passando.

Um produto sem visível diferenciação, e uma empresa focado só em vendas, sem cultura e

 vocação para o marketing, ocuparão lugares comuns no mercado.

Grandes marcas resultam da genialidade de um grupo e de sua disposicão de entender ,

 criar e ou atender as expectativas do público.

Ao criar um produto, ao fabricá-lo, lembre-se: São as expectitavas de um grupo que terão

que ser atendidas, não as suas!

O mercado, os conceitos, as pessoas mudam. Reconhecer esse fator é fundamental, caso

contrário poderá ser considerado ultrapassado, fora de moda. Oferecendo um produto
“que meu pai comprava naquele tempo”.

Alguns produtos são diferenciados pelo país de origem, que servem como forte indicação

 de qualidade, outros carregam a bandeira da empresa onde são fabricados. O histórico
é uma garantia. Não sendo assim, estes têm que proclamar seus diferenciais de serviços e
qualidades.

Diferenciação implica que sua empresa e seus produtos representam algo na mente do

consumidor, provocando uma vibração facilmente perceptível, que leva à decisão de
compra e à disposição de pagar um preço maior.

Quais diferenciais têm sua empresa e seus produtos?

Por que mereceriam uma recompensa maior?

Invista algum tempo nessa análise. É de suas expectativas que estamos falando agora.
4 passos para fazer anúncios da sua empresa

Existem duas frases que resumem muito bem a importância de você medir o retorno de qualquer campanha de divulgação da sua empresa:
1.    “Se você gastar dinheiro suficiente, você consegue vender qualquer coisa”
2.    “50% do gasto publicitário é desperdiçado. Porém, não sei qual 50%”
A questões são:
§  isso vai gerar lucro pra sua empresa?
§  gerando lucro, como otimizar isso?
1- Antes de medir, saiba que tipo de anúncio usar: quão fácil é explicar o seu produto/serviço?
A complexidade de produtos/serviços varia muito e, com isso, a maneira como você os comunica para seu potencial cliente também varia.
Por exemplo, compare o anúncio de um computador com o de uma consultoria em precificação. Todo mundo sabe pra quê um computador serve, então o anúncio fica bastante concentrado na marca, características (potência), preço etc. – quem anuncia o computador, não precisa convencer seu potencial cliente que o computador pode ser útil, ele já sabe disso.
Isso já não acontece com quem quer vender consultoria em precificação – nesse caso, o trabalho consiste muito mais em ensinar sobre os benefícios dessa consultoria e mostrar a real necessidade. Isso porque não adianta nada falar “minha consultoria em precificação é muito melhor que a do concorrente x“, se o seu potencial cliente não está convencido de que precisa desse serviço.
Seguindo esse raciocínio, não adianta você falar “É só anunciar minha consultoria em precificação no outdoor com maior visibilidade da cidade que eu to feito, vou vender sem parar!” – claro, você pode conseguir vendas, mas será que a conta fecha?
2- Você sabe como seus clientes chegam até você?
Esse é o tipo mais simples, mas provavelmente o mais essencial de medição: pergunte aos potenciais clientes que chegam até você “Como você nos achou?”. Mas atenção! Não dependa da memória deles somente, mostre as opções de divulgação que você tem utilizado. Uma lista bastante comum seria:
§  Google
§  Google AdWords (anúncios no Google)
§  Facebook
§  Empreendemia (a-há!)
§  Recomendação pessoal/boca-a-boca (perguntar de quem)
§  Panfleto
§  Passou em frente à loja/escritório
§  Outro (pedir descrição)
Esse é o 1º passo para que você veja o que tem funcionado ou não. Pra isso, faça testes e vá alterando o orçamento/esforço em cada um para que você ache o balanço ideal.
3- Como medir o desempenho sem depender inteiramente da memória do seu cliente
A Internet possibilita uma imensidão de medições, o que facilita muito a vida de quem quer descobrir seus melhores canais de potencias novos clientes. Se você tem seu próprio site, não tem como não utilizar o Google Analytics, já que com ele você mede a eficiência das suas páginas, fontes de tráfego, conversões e muito mais.
Considerando também ferramentas específicas de anúncio (Google AdWords, Empreendemia, Facebook, Twitter, Buscapé e vários outros), elas mesmos geram relatórios de desempenho de suas ações, então trabalhar acompanhar de perto essas ações e comparar com o seu resultado real de vendas também fará grande diferença na sua tomada de decisão.
Mas, mesmo sem a internet, existem maneiras de medir o retorno específico de ações offline. A principal forma é colocando um código ou palavra-chave que identifique o veículo ou o local onde foi utilizado.
Por exemplo, ao fazer uma campanha com vários outdoors pela cidade você consegue colocar em cada um deles um código próprio (valendo desconto ou alguma outra facilidade). Quando o código é utilizado, você consegue computar as informações e realmente medir a eficiência da campanha.
4- Não crie expectativas que não serão alcançadas
De acordo com o seu produto/serviço e o perfil do seu potencial cliente, o que mais acontece? Ele vê seu anúncio e vai direto comprar o produto, ou ele vê o anúncio, vê que ele tem a demanda, pesquisa outros fornecedores e aí sim faz a compra?
Entender isso também fará grande diferença para você estabelecer expectativas e metas referentes às suas campanhas. Ter um ciclo de vendas mais longo não significa que você não tem que investir ou tem que investir mais em Publicidade – significa que o retorno não é automático.
Claro, existem vários outros detalhes que devem ser definidos pra qualquer campanha, mas entender esses fundamentos é a base pra você gerir o marketing da sua empresa. Para ver mais dicas sobre como fazer sua marca ser lembrada, sugiro o artigo Como entrar na cabeça do cliente e ficar lá.